domingo, 18 de agosto de 2013

sábado, 17 de agosto de 2013

Angiospermas



       As Angiospermas são as plantas mais adaptadas à vida em ambiente terrestre, são as mais numerosas em espécies vegetais. A maioria apresenta nutrição autótrofa. Quanto ao Ciclo reprodutor é o Haplodiplobionte, com alternância de gerações pouco nítida e meiose intermediária ou esporófita. Apresentam dupla fecundação. São Plantas Vasculares (traqueófitas), o transporte é realizado através do Xilema e Floema.

     O Esporófito é o vegetal verde, complexo e duradouro. Apresenta raiz, caule, folhas, semente, Flor e Fruto (aparecem nesse filo).O Gametófito é o vegetal muito reduzido, transitório e dependente do Esporófito. São Dióicos e crescem no interior da flor. O Masculino é o Tubo Polínico que produz os gametas chamados de núcleos espermáticos. Já o Feminino é o Saco Embrionário (Megaprótalo) produtor dos gametas chamados Oosfera e núcleos polares.

      Reprodução:


      Estrutura:



       - Gineceu (sistema reprodutor feminino): 


      - Androceu (sistema reprodutor masculino): 
 
  


 
      

       O pedicelo é responsável pela sustentação da flor ao caule e o receptáculo é a estrutura que prende as sépalas. Estas, em conjunto, são denominadas cálice; e o conjunto de pétalas é a corola. Na região terminal dos estames há as anteras: estruturas que abrigam o pólen. Já na região basal do gineceu, localiza-se o ovário da flor. 

      As cores das pétalas, o cheiro da flor e a presença de néctar permitem com que insetos, aves e morcegos se aproximem destas estruturas.  Desta forma, tais indivíduos são capazes de propiciar a polinização, ao levarem os pólens até o estigma. Após este evento, o óvulo fecundado transforma-se em semente; e as paredes do ovário, em fruto.
Ao envolver as sementes, os frutos protegem estas estruturas, permitindo com que a dispersão destas aconteça de forma mais eficiente. Por serem base para a alimentação de diversos animais, estes podem também facilitar este processo. 




      Monocotiledôneas e Dicitiledôneas – são as divisões por características nas Angiospermas, tais quais o número de Cotilédone, organização da flor (número de pétalas), estrutura raiz e caule, tipo de nervura da folha, entre outras.

Exemplo: Monocotiledônea –  o Milho; Dicotiledônea – o Feijão.



      Diferenças e Características de Mono e Dicotiledôneas




      A Semente é o óvulo fecundado, precisa de muito carboidrato e óleo. Para germinar é necessário água, oxigênio e temperatura adequada. Está organizada em Tegumento ou Casca (função de proteção e disseminação); Amêndoa (formada pelo endosperma – nutrição) e Embrião. A Dispersão da semente pode ser realizada por animais (Zoocoria) ou pelo Vento (Anemocoria).

   Fruto é o Ovário fecundado e desenvolvido, formado por três paredes (Epicarpo, Mesocarpo e Endocarpo) que recebem o nome de Pericarpo. Há diversos tipos de Frutos – os Secos (Deiscentes – que se abrem, e Indeiscentes – não se abrem); Frutos Carnosos (Drupa – 1 semente envolvida pelo endocarpo, exemplo Abacate – ou Baga – várias sementes, exemplo Mamão, Tomate). Além disso, há os Pseudofrutos – desenvolvimento do Receptáculo (Maçã, Pêra); do Pedúnculo (Caju); Múltiplos (Morango) e Compostos (Abacaxi, Espiga de Milho, Amora).


      Fontes consultadas:

https://www.google.com.br/#bav=on.2,or.r_cp.r_qf.&fp=75ec94998bf6c60b&q=angiospermas

https://www.google.com.br/#bav=on.2,or.r_cp.r_qf.&fp=75ec94998bf6c60b&q=angiospermas

http://www.mundovestibular.com.br/articles/683/1/ANGIOSPERMAS-/Paacutegina1.html

          Livro: Biologia Hoje / Sérgio Linhares, Fernando Gewandsznajder. -- São Paulo: Ática, 2010. Primeira Edição.

          Imagens: https://www.google.com.br/imghp?hl=pt-BR&tab=wi

Gimnsopermas




      Gimnospermas (do grego gymnos = nu; e sperma = semente) é uma subdivisão do Reino Plantae, cujas plantas são vasculares. Não possuem sementes contidas em frutos (as sementes nuas). Sendo essa uma das características fundamentais ao grupo durante a evolução, apresentando estruturas produtoras de gametas bem visíveis (fanerógamas), possibilitando a partir de então a conquista definitiva do ambiente terrestre, sem a necessidade de água como meio intermediador para fecundação dos gametas.

      Portanto, a semente é uma estrutura reprodutiva que se forma a partir do desenvolvimento do óvulo (modificação vegetal – uma folha fértil), as primeiras traqueófitas a manifestarem essa condição. A planta propriamente dita é o esporófito, geração predominante sobre o gametófito, que é menor e cresce dentro do esporófito, formando elementos que reunidos em uma estrutura denomina estróbilo (femininos e masculinos). 





      Reprodução:

      Os Estróbilos masculinos, microsporângios, que por meiose produzem os micrósporos (esporos haploides), por divisão mitótica, originam o gametófito masculino (grão de pólen). Da mesma forma com os estróbilos femininos, megasporângios, resultante nos megásporos, formando o gametófito feminino (óvulo, contendo a oosfera). Os gametas se encontram por meio da polinização, principalmente proporcionada pelo vento, transportando o grão de pólen até o óvulo, emitindo um tubo polínico conduzindo o núcleo espermático que irá fecundar a oosfera. Depois da fecundação forma-se o zigoto que por mitose, origina o embrião que se desenvolverá em um novo esporófito, inicialmente com estruturas primárias: com uma radícula, um caulículo e gêmulas. 



      Semente:



      Fontes consultadas:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Gimnosp%C3%A9rmica

http://www.infoescola.com/biologia/gimnospermas/

          Livro: Biologia Hoje / Sérgio Linhares, Fernando Gewandsznajder. -- São Paulo: Ática, 2010. Primeira Edição.


          Imagens: https://www.google.com.br/imghp?hl=pt-BR&tab=wi

Pteridófitas

      Diferentemente das briófitas, possuem vasos condutores de seiva sendo, por isso, consideradas traqueófitas. Não apresentam sementes. A fase dominante é o esporófito, com gametófito reduzido. Seus representantes podem viver sobre o tronco de árvores e arbustos (epífitas), ou mesmo em ambientes aquáticos. Avencas, samambaias são as integrantes deste grupo. O fato de serem traqueófitas fez com que com o transporte de água, nutrientes e seiva elaborada se tornasse mais eficiente. Essa característica, aliada ao surgimento de tecidos de sustentação, permitiu que seus representantes apresentassem maior porte e se mantivessem ereto. Pteridófitas possuem rizoma: tipo de caule semelhante a uma raiz, subterrâneo ou localizado bem próximo ao solo, quase imperceptível. Têm, ainda, folhas divididas em folíolos, sendo que as mais jovens, denominadas báculos, se apresentam enroladas. Em muitas espécies, tais estruturas, quando mais adultas, apresentam soros distribuídos na face inferior. Soros possuem esporângios contendo células-mãe dos esporos. Por meio de divisões meióticas tais células dão origem a esses últimos.





      Como é a reprodução:


      Esporos, em substrato úmido, se desenvolvem e passam a ser denominados “prótalos”. Nestes, há uma região masculina e outra feminina. Geralmente, com a ajuda da água de chuva, sereno, dentre outros, os anterozoides (gametângios masculinos) se dirigem à oosfera (gametângio feminino), ocorrendo a fecundação. A partir do zigoto, desenvolve um esporófito jovem, completando este ciclo. Além da reprodução sexuada, alguns representantes deste grupo reproduzem-se assexuadamente, por brotamento.





      Fontes consultadas:
      
http://www.significados.com.br/pteridofitas/

          Livro: Biologia Hoje / Sérgio Linhares, Fernando Gewandsznajder. -- São Paulo: Ática, 2010. Primeira Edição.

          Imagens: https://www.google.com.br/imghp?hl=pt-BR&tab=wi

Briófitas


      Estes organismos não possuem vasos condutores de seiva, nem estruturas rígidas de sustentação, justificando seu pequeno porte. Assim, o transporte de substâncias se dá por difusão e ocorre de forma lenta. São encontradas predominantemente em ambientes úmidos, porém podem ser vistas em água doce, em locais extremamente secos ou mesmo nos polos da Terra. A parte permanente das briófitas é o gametófito (n). O esporófito (2n) depende deste último para sua nutrição.


 Como se apresentam:


      Reprodução:


     Dependem da água para a reprodução sexuada. Os gametas masculinos (anterozoides) se deslocam, com auxílio de seus flagelos, até os gametas femininos da planta (oosfera). Ao fecundar, o zigoto sofre mitoses e forma um embrião. O embrião se desenvolve por meio de novas mitoses e dá origem ao esporófito. Em sua cápsula, desenvolvem-se esporos, a partir de meioses sofridas pelas células-mães. Estes são liberados após certo período, e o esporófito morre. Encontrando condições propícias, os esporos desenvolvem-se, formando protonemas. Estes crescem e dão origem ao musgo adulto que, mais tarde, dará continuidade a este ciclo.



      Fontes consultadas:

http://www.brasilescola.com/biologia/briofitas.htm

http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos4/briofitas.php

http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos4/briofitas.php

          Imagens: https://www.google.com.br

Reino Fungi



      O ramo da biologia que estuda os fungos é a Micologia. São importantes decompositores, pois alimentam-se de substancias orgânicas de folhas mortas, de cadáveres e de resíduos, contribuindo para a reciclagem. Mas essa capacidade de decompor também pode gerar problemas, já que destroem alimentos, roupas, e muitos outros produtos. Os fungos também podem ser usados na biorremediação.

    Muitas espécies de fungos são parasitas de plantas e animais, mas outras mantém relações do tipo mutualismo, onde há uma troca de benefícios entre as espécies. Eles são eucariontes, a maioria é formada por um emaranhado de filamentos, as hifas. A parede das células é formada por quitina, e em alguns casos há também celulose. Alguns fungos possuem estruturas reprodutoras, os corpos frutíferos, que correspondem ao cogumelo.




     A nutrição é heterotrófica por absorção de moléculas orgânicas simples, que pode vir de uma digestão extracorpórea realizada pelo próprio fungo ou outros são parasitas, que se instalam no corpo de outros seres vivos e dele retiram seu alimento. Há também, fungos que obtém alimento por meio de mutualismo (líquens e micorrizas) e aqueles que são predadores, capturando pequenos seres vivos.

    A reprodução assexuada pode ser feita por brotamento, nas formas unicelulares, por fragmentação do micélio ou pela produção de esporos. Os esporos são células resistentes a ambientes desfavoráveis, que originam novos indivíduos por mitose; são produzidos pelos esporângios  o que facilita a dispersão dos esporos no vento, o que compensa a imobilidade dele.

      A reprodução sexuada resulta da fusão de duas hifas haploides, o citoplasma e os núcleos se fundem e originam hifas diploides, que se dividem por meiose e formam esporos.





      Fontes consultadas:

           www.infoescola.com
          Imagens: https://www.google.com.br/imghp?hl=pt-BR&tab=wi

Protozoários

      São seres unicelulares eucariontes que habitam o ambiente terrestre e aquático. Quando há algum problema no ambiente muitos deles adotam a forma de cisto e depois, quando o ambiente volta a situação normal, o protozoário dissolve o cisto e volta a forma ativa, com a ajuda de enzimas.

      Protozoários como a ameba respondem a estímulos químicos e emitem pseudópodes, expansões citoplasmáticas com as quais pode aproximar-se do alimento, englobá-lo por fagocitose e digeri-lo em vacúolos com enzimas dos lisossomos. Quando alguém ingere alimentos com cistos de amebas pode desenvolver amebíase.



       Outros protozoários com pseudópodes como os foraminíferos, os radiolários e os heliozoários possuem carapaças resistentes de sílica ou de carbonato de cálcio, que funcionam como um esqueleto ou concha, dando sustentação e proteção à célula. A forma mais comum de reprodução desses organismos é a assexuada, que ocorre, em geral, por divisão binária e em alguns casos, por divisão múltipla.

      Protozoários que possuem cílios utilizam os mesmo para agitar a água e arrastar os alimentos para capturá-los. Estes seres possuem dois núcleos: macronúcleo (metabolismo) e micronúcleo (reprodução assexuada).



      Os que têm flagelos usam os mesmos para locomoção e captura de alimentos. Vivem na água e alguns são parasitas que causam doenças. Sua reprodução é por divisão binária.
      
      Protozoários sem organelas de locomoção são intracelulares e possuem reprodução assexuada (divisão múltipla ou esquizogamia) e sexuada.

            Fontes consultadas:

          Livro: Biologia Hoje / Sérgio Linhares, Fernando Gewandsznajder. -- São Paulo: Ática, 2010. Primeira Edição.

          Imagens: https://www.google.com.br/imghp?hl=pt-BR&tab=wi